UNIBR BOTUCATU
Unibr São Vicente
Universidade de São Vicente Unibr

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DISCENTE – CRITÉRIO FREQUÊNCIA ÀS AULAS E REGIME ESPECIAL

 

O aproveitamento escolar é avaliado através de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios escolares, e no exame final.

Independentemente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha frequência, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas.

Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver média final igual ou superior a 6,0 (seis).

O aluno que não obtiver média final 6,0 (seis) na disciplina, mas obtiver média mínima 3,0 (três), sujeitar- se-á a exame final, que também terá nota de zero a dez.

A nota final do aluno em cada disciplina, verificada ao término do período letivo, será a média aritmética simples entre as notas de verificação de aproveitamento e a nota do exame final.

O aluno que obtiver média final inferior a 5,0 (cinco), uma vez prestado o exame final, considerar-se-á reprovado na disciplina.

Atribui-se nota zero ao aluno que deixar de submeter-se à verificação prevista, na data fixada, bem como ao que nela utilizar-se de meio fraudulento.

As notas serão graduadas de 0 (zero) a 10 (dez) pontos, admitido o fracionamento em uma casa decimal após a vírgula, com arredondamento de meio ponto. A média é calculada pela soma dos pontos abaixo, dividido por dois:

PROVA  OFICIAL  DO  PROFESSOR   DE

VALOR 3 (TRÊS): período previsto no calendário acadêmico. O professor escolhe o instrumento de avaliação no primeiro bimestre, podendo ser prova, seminários,  resenha, resumo de livros, etc. Na ausência do aluno, o professor marca a data de substitutiva.

 

PROVA  INSTITUCIONAL  DE  VALOR 4

(QUATRO): período previsto no calendário acadêmico.

 

TRABALHO  DE  VALOR  3  (TRÊS):    o

professor complementa a avaliação, estabelecendo os critérios de  distribuição desta nota.

A média para APROVAÇÃO SEM EXAME é 6,0 (seis), e a MÉDIA LIMITE PARA FAZER A PROVA DE EXAME é 3,0 (três).

APROVAÇÃO COM EXAME é de média 5 (cinco), sendo esta, resultado da soma da nota do exame  com a média já existente, dividida por (2) dois. NÃO HÁ SUBSTITUTIVA para Exame.

Efetuadas as provas, é assegurado ao aluno o direito à REVISÃO das mesmas, devendo para tanto,  requerer  no  Setor  de  Atendimento, no

A SEGUNDA CHAMADA para a prova de verificação de aproveitamento não realizada pelo discente poderá ser, requerida até 72 (setenta e duas) horas que se seguirem à realização daquela, uma vez justificada a ausência.

prazo de 72 (setenta e duas) horas, a partir da divulgação das notas pelos docentes.

Os acadêmicos que demonstrem fragilidades no processo de aprendizagem podem contar com o suporte do NAP – NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO que, após submetê-los à avaliação, promove acompanhamento adequado, quando se faz necessário. O NAP, objetiva acompanhar os alunos nas diversas situações de dificuldade de aprendizagem e outros conflitos que impeçam o bom desempenho do discente, além de promover ações voltadas para o desenvolvimento de competências, com vistas à formação integral do educando.

A FREQUÊNCIA às aulas teóricas, práticas, seminários ou qualquer atividade escolar É OBRIGATÓRIA e permitida somente aos alunos regularmente matriculados.

O aluno, por lei, tem o direito a faltar 25% do número total de aulas, por disciplina. Acima deste número, o aluno fica automaticamente REPROVADO. (Lei nº 9.394, de 20/12/96, art. 47 § 3º – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional).

A verificação e registro da frequência são de responsabilidade do professor regente da disciplina.

O ABONO DE FALTAS de fato INEXISTE, ressalvadas as determinações legais, que são as seguintes:

 

ALUNOS RESERVISTAS

A Lei do Serviço Militar (Lei nº 4.375 de 10.08.1964) dispõe que todo convocado matriculado em Órgão de Formação da Reserva, que esteja obrigado a faltar a suas atividades civis, por força de exercício ou manobra, tem suas faltas abonadas para todos os efeitos. Este dispositivo não se aplica aos militares de carreira.

 

ESTUDANTE INTEGRANTE DE REPRESENTAÇÃO DESPORTIVA NACIONAL EM COMPETIÇÕES ESPORTIVAS OFICIAIS

A participação de estudantes integrantes de representação desportiva nacional em competições esportivas oficiais, até o limite máximo de 25% (vinte e cinco por cento)  da carga horária da Disciplina, é considerada como atividade curricular, para efeito de verificação de assiduidade, pelo Decreto nº 54.215, de 27 de agosto de 1964. Para avaliação do aproveitamento, ou seja, para realização das provas e trabalhos exigidos durante o período de afastamento, a Universidade deve estabelecer época especial que salvaguarde o direito destes estudantes.

 

ESTUDANTE MEMBRO DA CONAES

A Lei nº 10.861 de 14.04.2004 determina que as instituições de Educação Superior devam abonar as faltas do estudante designado membro da Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES), que tenha participado de reuniões em horários coincidentes com os das atividades acadêmicas.

Em contrapartida, ressalta-se que em determinadas situações a legislação pode prever um tratamento especial a determinado grupo de alunos que se encontrem em situações peculiares. Estes casos, todavia,

não se tratam de abono de faltas, mas sim de inclusão de ATIVIDADES COMPENSATÓRIAS, inclusive domiciliares (compensação de faltas). NÃO ISENTA O ALUNO DAS PROVAS.

O aluno ou seu representante deverá no prazo máximo de sete (7) dias, contados a partir da data inicial do afastamento estipulado pelo médico, comparecer no Setor de Atendimento, para JUNTAR AO REQUERIMENTO O ATESTADO MÉDICO COM O CID, para análise do Setor de Registro e Controle Acadêmico da Secretaria Geral e encaminhamento devido, nos termos do despacho.

 

MATERNIDADE

A Lei nº 6.202/75 atribui à estudante em estado de gestação o regime de exercícios domiciliares, e determina que a partir do 8º mês de gravidez e durante os próximos três meses, a estudante ficará assistida pelo regime de exercícios domiciliares, o que igualmente será comprovado por atestado médico apresentado à instituição.

 

CASOS NÃO CONTEMPLADOS

TRATAMENTO DE SAÚDE

O Decreto-lei nº 1.044/69 dispõe sobre o tratamento excepcional para os alunos portadores das afecções que indica e determina que se deva atribuir-lhes, como compensação da ausência às aulas, exercícios domiciliares          com acompanhamento da instituição,  sempre que compatíveis com seu estado de saúde e as possibilidades do estabelecimento. Nestes casos, o atestado médico  apresentado pelo aluno deverá conter, além do CID, o tempo necessário para o afastamento. O afastamento do aluno não poderá ultrapassar 60 dias, pois, após este período, a aprendizagem dos conteúdos fica prejudicada e o aluno perde o semestre. Nesse caso, recomenda-se ao aluno o trancamento da matrícula.

 

MOTIVOS OU CONVICÇÕES RELIGIOSAS

Não há amparo legal ou normativo para o abono de faltas a estudantes que se ausentem regularmente dos horários  de aulas devido às convicções religiosas.

Os seguintes casos não são amparados pela legislação e, portanto, deverão ter suas faltas registradas e computadas:

  1. militar profissional de carreira, a serviço da corporação;
  2. serviço de júri;
  3. testemunha convocada para depor em processo judicial;
  4. evento pessoal: gala, casamento, alistamento eleitoral, doação voluntária de sangue, entre

Notícias

FOTOS